Conheça tudo sobre cálculo renal

Na regiões mais quentes, há uma incidência maior de pessoas acometidas pelo cálculo renal. A doença é conhecida como pedra nos rins. Em virtude da baixa ingestão de água ou uso constante de remédios, pequenas pedras dentro dos rins, dos seus canais ou da bexiga.

Sentiu a dor nas costas apenas em um dos lados ou na virilha ao urinar? Pode ser um dos sintomas do cálculo renal. Em alguns casos, o paciente sofre de hematúria, febre, calafrios, náuseas, e vômitos.

Este sintomas só surgem quando o cálculo é muito grande, e não consegue passar pelos tubos urinários de forma a ser eliminado na urina. Nestes casos, recomendamos ir a um pronto-socorro, o mais rápido possível para aliviar a dor e iniciar o tratamento adequado.

6140_13gTratamento

Em Mossoró há um tratamento utilizado nos grandes centros do país para cálculos acima de 2 cm. O uso do nefroscópio, aparelho conectado a uma câmera, possibilita remover o cálculo através de um pequeno furo de 1 cm. Dessa forma, podemos retirá-lo sem realizar grandes cortes.

O procedimento beneficia o paciente, pois a remoção do cálculo renal é realizada através do pequeno furo. Ele sentirá menos dor no pós-operatório, e a recuperação é mais rápida para as atividades normais do cotidiano.

Prevenção

A alimentação mais indicada em caso de crise renal é a dieta líquida, pois ela é de fácil e aumenta a produção de urina, fundamental para a saída do cálculo renal. Beba muita água. Pode ser de 2 a 3 litros por dia.

Recomenda-se uma alimentação à base de sopa de legumes amassados, caldos, suco de frutas naturais e chás. Deve-se evitar o consumo de alimentos ricos em cálcio como o leite e o iogurte pois eles favorecem a formação de cálculos renais de cálcio.

Mulheres tem menopausa, e homens? Andropausa

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A Menopausa é uma fase que ocorre em todas as mulheres devido à falência dos ovários que deixam de produzir os hormônios estrogênio e progesterona. Nos homens, a redução hormonal é chamada de Andropausa. O processo é mais lento e insidioso. À medida que envelhecem, cai a produção de testosterona, principal hormônio masculino.

No homem adulto suas ações mais importantes estão associadas às funções sexuais, como libido, ereção peniana, produção do esperma e manutenção das características masculinas adquiridas na puberdade. Tem influência, também sobre as emoções, humor, sensação de bem estar, tônus muscular, entre outros.

Desejo sexual e ereção são funções sexuais masculinas que dependem da produção suficiente de testosterona para permanecerem normais. A partir dos 30 anos pode haver uma redução da quantidade de testosterona produzida pelos testículos. Tal redução varia de um homem para outro, em velocidade e intensidade.

Apesar dos progressos, deve-se salientar que a reposição hormonal masculina não é isenta de riscos. Quando bem indicada, isto é, se houver carência de fato, a testosterona pode restabelecer a libido, a ereção, a massa muscular, a massa óssea, os pelos corporais e etc.

A terapia de reposição com testosterona é contraindicada na presença de um câncer de mama masculino. O mesmo ocorre quando o homem já possui um câncer de próstata diagnosticado, uma vez que o hormônio poderá acelerar o crescimento desses dois tipos de tumores malignos. Por esses motivos, o acompanhamento médico rigoroso é fundamental durante toda a sua utilização.

Dessa forma, a reposição hormonal masculina é importante por trazer melhora significativa da qualidade de vida e da saúde dos homens que sofrem desse problema, mas é evidente que o acompanhamento médico é essencial, a fim de garantir tanto o sucesso, quanto a segurança do tratamento.

Hallison Castro participa de Congresso Paulista de Urologia

No final de semana passado, o urologista Hallison Castro participou da XIII Congresso Paulista de Urologia, em São Paulo (SP). Este é o quarto do mundo em número de participantes na especialidade da urologia e o maior evento deste ano do país. Os pilares do encontro é a interatividade e inovação por meio de cursos práticos, mesas interativas de debates, e troca de experiências de profissionais. 

Hallison Castro e os urologistas Celso e Luiz Toledo da Santa Casa de São Paulo (SP)

Hallison Castro e os urologistas Celso e Luiz Toledo da Santa Casa de São Paulo (SP)

 

 

Incontinência urinária também atinge os homens

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A incidência da incontinência urinária entre homens de 50 anos, comparada com a das mulheres da mesma idade, é menor; no entanto, estima-se que no Brasil a população masculina represente 25% dos casos. A incidência masculina aumenta com a idade, mas também está diretamente relacionada a outras enfermidades, como inchaço da próstata, câncer de próstata e condições neurológicas, como a doença de Parkinson e de Alzheimer. Em menor extensão, a incidência de diabetes e de excesso de peso, assim como outros fatores de risco, aumenta a incidência da incontinência urinária no homem.

A incontinência urinária também atinge os homens, caracterizada pela perda involuntária da urina. Eles sentem vontade incontrolável de urinar, e perdem o líquido em momentos de esforço, como rir, tossir ou espirrar. Ao sentir os sintomas, os pacientes devem procurar o urologista.  A doença pode surgir em qualquer idade, embora seja mais comum após os 40 anos.

O câncer de próstata tratado por cirurgia ou radioterapia pode levar à incontinência. Esse câncer é mais diagnosticado na faixa dos 50 aos 70 anos entre os homens. Uma pequena parcela de homens vai apresentar perda urinária mais intensa e necessitar de tratamento mais invasivo. Nos adultos jovens, a incontinência pode ser causada pelas lesões traumáticas da medula espinhal após acidentes. Essas lesões, além de comprometer a força e o movimento dos membros, podem prejudicar o funcionamento da bexiga.

O tratamento vai depender da causa do problema, que é esclarecida após consulta e exames específicos. Por esta razão, recomendamos procurar um urologista para apresentar os sintomas e descobrir o diagnóstico correto.