Perda de urina? Pode ser incontinência urinária

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A perda de urina é um dos principais sintomas de quem sofre de incontinência urinária (bexiga baixa). Pode atingir qualquer faixa etária, mas tem uma incidência maior entre pessoas de 50 a 60 anos. A situação causa desconforto, pois basta movimentar-se como praticar exercícios ou até quando rir, a pessoa perde urina. 

Há três tipos de incontinência urinária:

# Esforço: ocorre durante atividade do cotidiano, prática de exercícios físicos, e até rir, espirrar, tossir

# Urgência: necessidade forte de urina seguida de contração da bexiga. Não dá tempo chegar ao banheiro

# Sobrefluxo: bexiga não se esvazia por completo, o que leva ao gotejamento

As mulheres estão mais propensas a doença do que os homens.Veja as causas mais frequentes:

– Recuperação de cirurgia

– Medicamentos

– Confusão mental

– Gravidez

– Infecção na próstata

– Infecção urinária

– Obesidade

Dica de prevenção contra incontinência urinária

Pare de fumar

Evite o álcool e bebidas cafeinadas

Perca peso

Evite comidas picantes e refrigerantes

Mantenha o açúcar do sangue

Procure um urologista para uma consulta, ele indicará o tratamento adequado para o seu problema.

Vacina contra HPV

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Foram desenvolvidas duas vacinas contra os tipos de HPV mais presentes no câncer de colo do útero. Essa vacina, na verdade, previne contra a infecção por HPV. Mas o real impacto da vacinação contra o câncer de colo de útero só poderá ser observado após décadas. Uma delas dessas vacinas é quadrivalente, ou seja, previne contra quatro tipos de HPV: o 16 e 18, presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero, e o 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas genitais. A outra é específica para os subtipos de HPV 16 e 18.

A vacina funciona estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo.

A duração da imunidade conferida pela vacina ainda não foi determinada, principalmente pelo pouco tempo em que é comercializada no mundo, desde 2007. Até o momento, só se tem convicção de cinco anos de proteção. Na verdade, embora se trate da mais importante novidade surgida na prevenção à infecção pelo HPV, ainda é preciso delimitar qual é o seu alcance sobre a incidência e a mortalidade do câncer de colo do útero.

A vacina contra HPV é opcional e não substitui a realização regular do exame de citologia, Papanicolaou (preventivo).  

Doenças que a vacina previne

 O HPV – vírus do papiloma humano, do inglês -, traz dados alarmantes: segundo o Ministério da Saúde, 137 mil novos casos são registrados por ano no Brasil. Esse vírus é tido como o responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de atuar como protagonista em casos de câncer de pênis. Ele é o principal responsável por inúmeras doenças da região genital – que compreende colo, vagina, vulva e ânus nas mulheres e, nos homens, pênis e ânus. Assim como as verrugas na região genital e da boca, os cânceres causados pelo vírus do papiloma humano são recorrentes: no colo do útero, vulva, pênis e pele.

Indicações da vacina contra HPV

A Anvisa recomenda a vacinação para mulheres a partir dos nove anos – em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Homens entre nove e vinte e seis anos de idade, em função do risco de câncer anal, também recebem indicação para a vacinação. Vale lembrar, no entanto, que a vacina não dispensa o uso de preservativos na relação sexual. 

Grávida pode tomar essa vacina?

Por ser uma vacina desenvolvida recentemente, ainda não existem estudos científicos suficientes que garantam a segurança da vacinação para grávidas.

Doses necessárias da vacina contra HPV

A aplicação é feita em três etapas. Com a bivalente, a segunda dose é aplicada depois de um mês da primeira e, a terceira, após cinco meses da segunda. Já na quadrivalente, a segunda fase acontece apenas dois meses após a primeira e, a terceira, também seis meses depois da inicial.

No Sistema Único de Saúde, o esquema é estendido, em que a segunda dose é aplicada seis meses depois da primeira e a terceira dose apenas após cinco anos da primeira.

Administração da vacina contra HPV

 A vacina contra HPV é administrada através de Injeções intramusculares.                                                                                     

Contraindicações

Fora a restrição de idade – que acontece porque a Anvisa permite apenas a aplicação da vacina em públicos onde estudos clínicos comprovaram sua eficácia – e as pessoas que são alérgicas a algum componente da medicação, ainda não há outras contraindicações.  

Efeitos adversos possíveis

Também não há evidências de efeitos colaterais, apenas possíveis desconfortos locais, como edemas e dor onde a injeção foi aplicada. Estudos também indicam não haver risco na aplicação dessa vacina em conjunto com a da hepatite B.

Onde encontrar a vacina contra HPV

A vacina contra o HPV quadrivalente começou a ser distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 9 e 13 anos a partir de 10 de março de 2014. Para os demais, a vacina está disponível apenas na rede privada. Alguns convênios médicos cobrem esta vacina no sistema particular de saúde. Consulte sua operadora para ver se seu plano oferece essa cobertura.

Fonte: Ministério da Saúde

Exame papanicolau previne contra HPV

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Pesquisa mostra que 66% das mulheres brasileiras não acham que existe relação entre a infecção pelo vírus HPV (papilomavírus humano) e o câncer do colo do útero. A infecção por esse vírus aumenta em até 100 vezes o risco de a mulher desenvolver esse tipo de câncer.

Para o levantamento, feito pela Associação Brasileira de Patologia no Trato Genital Inferior e Colposcopia em parceira com o Ibope, foram ouvidas 700 mulheres com idade entre 16 e 55 anos, em seis capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Recife). O objetivo foi entender a percepção feminina sobre o assunto.

Descobriu-se que 18% das mulheres nunca fizeram o exame papanicolau – principal forma de detectar as lesões que podem levar ao câncer do colo do útero – e 13% fizeram apenas uma vez. Além disso, 40% das mulheres não acham que os exames preventivos de rotina podem servir como forma de prevenção à doença.

Segundo a pesquisa, 76% das mulheres ouvidas não relacionam a vacinação contra o HPV como forma de prevenção ao câncer do colo do útero. Estudos mostram que, embora o HPV seja comum (80% da população mundial já foram infectados ao menos uma vez na vida), ele é responsável pelo surgimento do câncer do colo do útero em alguns mulheres mais suscetíveis.

Fonte: Saúde Plena

HPV: Eles que se cuidem

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O HPV não atinge apenas as mulheres. Os homens devem ter cuidado para não pegar doença. O HPV no homem surge devido ao contato íntimo sem preservativo com um companheiro infectado pelo vírus, podendo ser transmitido durante o sexo vaginal, anal ou oral, mesmo que o parceiro não apresente sintomas.

Geralmente, o HPV no homem não causa sintomas e não provoca problemas para a saúde, no entanto, alguns tipos de HPV podem levar ao surgimento de verrugas genitais ou desenvolvimento de câncer no pênis, ânus ou garganta.

O tratamento para HPV no homem depende dos sintomas presentes e inclui:

  • Verrugas: o tratamento pode ser feito com a aplicação de medicamentos para HPV, receitados pelo urologista.
  • Câncer: Cirurgia para remoção das células cancerígenas ou utilização de radioterapia ou quimioterapia.

Estes tipos de tratamento não curam o HPV e, por isso, mesmo sem manifestar sintomas, o homem pode transmitir o HPV para o parceiro, devendo utilizar preservativo em todos os contatos íntimos ou adotar a abstinência sexual.

HPV: Prevenção para homens e mulheres

As três letras são a abreviação de Papiloma Vírus Humano, doença sexualmente transmissível. A infecção atinge homens e mulheres. O principal sintoma é o aparecimento de verrugas na boca, garganta, e na região genital (Vulva, Ânus, e Colo do Útero). A transmissão do vírus acontece por via sexual, inclusive pelo sexo oral.

As medidas de prevenção das DST são as mais importantes, tais como:
– Uso do preservativo (camisinha) nas relações sexuais.
– Evitar múltiplos parceiros sexuais.
– Realizar exame ginecológico periódico (ideal a cada 6 meses).
– Realizar o exame de Papanicolau pelo menos uma vez por ano.

Cuide-se. Ame-se. Previna-se contra DSTs

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são consideradas problemas de saúde pública. Estima-se que surgem por ano mais de 340 milhões de casos em indivíduos de 15 a 49 anos. Em geral, os indivíduos de múltiplos parceiros sexuais, usuários de drogas, baixas condições socioeconômicas, que não usam o preservativo, estão mais suscetíveis à adquirir uma DST.

Entretanto, qualquer indivíduo que apresenta contato sexual com alguém infectado, mesmo que uma única vez, está sob risco de contrair alguma doença. As principais DSTs são: gonorréia, HPV, sífilis, hepatite B e C, AIDS, herpes genital, infecções por fungo, entre outras. A maioria delas apresenta um período de incubação (período que vai desde o contágio até a manifestação da doença) de 2 a 7 dias, entretanto pode levar até vários meses para se manifestar como é o caso do HPV.

O herpes se manifesta na forma de bolhas que evoluem para úlceras, associado a coceira e irritação local. O HPV surge na forma de verruga indolor na região do pênis. A gonorréia aparece na forma de corrimento ou secreção amarelada pelo canal da urina.

Na presença de qualquer sintoma ou lesão na região do pênis ou escroto, deve-se procurar um urologista para se fazer o diagnóstico correto e iniciar o tratamento. Vale ressaltar que em alguns casos é necessário também  tratar a parceira sexual. Entretanto, a medida mais importante é proteger-se usando preservativo em todas as relações sexuais. Portanto, cuide-se; a sua saúde é mais importante do que um simples prazer.

Tipos de câncer de rim

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Vamos aprofundar um pouco sobre o assunto. O câncer de rim manifesta-se como tumor de parênquima ou de sistema excretor.

Os tumores do parênquima renal correspondem de 07 a 10 casos para cada 100 mil habitantes no Brasil (OMS). São duas vezes mais frequentes nos homens do que nas mulheres na idade entre 50 e 70 anos.

A dor lombar e o sangue na urina estão entre os sintomas mais comuns. Através de ultrassom abdominal, o paciente pode descobrir o tumor, aliado ao exame de tomografia computadorizada, a ressonância nuclear magnética, e raramente, a arteriografia renal.

Os tumores do sistema excretor (dos cálices, da pelve renal, e ureteres) estão relacionados ao tabagismo. O principal sintoma é o sangue na urina, e também por meio de ultrassom pode-se descobrir a doença. Outros exames como urografia excretora, tomografia e ressonância magnética, acrescentam-se a lista.